Esta é boa, ainda mais após a data de 31 de Março, dia da intervenção militar de 64. Certa feita, há pouco tempo na verdade, um amigo me disse ao finalizar uma conversa sobre o país: "...E tem mais, o regime militar na verdade foi um comunismo disfarçado. Afinal não havia novidades tecnológicas, os carros eram uma merda, o país era fechado para importações, e por aí vai."
Realmente, mas não se tratava de um comunismo disfarçado, mas sim de um estatismo exacerbado. Segundo Reinaldo Azevedo, o presidente-general Ernesto Geisel foi o maior criador de estatais do mundo!
Em um dos posts que reescrevi para um e-book próximo está lá sobre o governo de 64, respondendo minha amiga Milene Reis:
"O governo Geisel em fins da década de 70 criou mais de 100 estatais. A esta altura a diferença entre os militares e os antigos inimigos esquerdistas era o respeito à propriedade privada. Mas a hipertrofia estatal era similar"
E segue o escriba:
"A fatura foi cobrada nos anos 80. Para manter as inúmeras estatais deficitárias e sem poder se endividar mais, o governo apela para a impressão desmedida de papel-moeda. A chamada expansão monetária resulta em inflação galopante.
A inflação só é vencida em meados da década de 90 no governo FHC, com as privatizações e aumento da carga tributária para cobrir os ainda altos custos do governo; estas medidas equilibraram o fluxo de caixa do governo que deixou de imprimir papel-moeda desenfreadamente. Na verdade primeiro eles pararam de imprimir papel-moeda ao mudar para o Real, daí, pela necessidade, privatizaram e aumentaram impostos."
Pronto, está didaticamente explicado. Mas que foi engraçado meu amigo chamar a ditadura militar de comunismo, isso foi.
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segunda-feira, 4 de abril de 2011
domingo, 30 de maio de 2010
19 mitos que você aprendeu sobre o Brasil

Este é o título da reportagem de capa da revista Superinteressante deste mês de Junho. A matéria é de Leandro Narloch, autor do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil. Além dos mitos (pasmem, Santos Dumont não é mesmo o inventor do avião), a matéria explica a razão do surgimentos desses mitos, oriundos de uma visão enviesada da sociedade e que tomou corpo nas décadas de 60 a 80, anos da Guerra Fria.
"A nova geração de historiadores formou-se em ambiente menos tenso e polarizado, com maior liberdade de debate e um ambiente intelectual mais produtivo.", diz o professor José Murilo da UFRJ.
Antes tarde do que nunca, espero que diminua os preconceitos oriundos destas mistificações e deturpações da história e sociedade.
"Pesquisadores destroem as mentiras que você aprendeu na escola.", é o que está no arquivo on line da revista. Aí eles foram bem mais incisivos do que no impresso. Vou destacar algumas coisas que achei importante e que tem a ver com que já escrevi:
Mito 1: "A sociedade brasileira se dividia entre senhores e escravos"
=> Havia mais pessoas livres do que se imagina. No século 18, 40% da população era de escravos. No começo do século 19, 25%. E alguns senhores trabalhavam com os negros, já que tinham poucos escravos
Mito 4: "A Inglaterra fez o Brasil destruir o paraguai"
=> Ao contrário do se imagina, a diplomacia britânica tentou evitar o conflito. O país tinha investimentos no Brasil e no Paraguai que ficariam em risco em caso de guerra.
Mito 7: "O Paraguai era uma potência latente"
=>Era o país mais atrasado do Cone Sul. O comércio exterior era 6 vezes menor que o do Uruguai, que tinha a metade da população.
Mito 13: "Os índios do sudeste foram praticamente extintos"
=> Milhares de índios foram dizimados, mas outros preferiam deixar as aldeias e ir para as cidades, assimilando-se à população. Hoje na média 8% do genoma dos brasileiros tem origem indígena.
Mito 15: "Os quilombos lutavam contra a escravidão"
=> Lutavam contra a escravidão deles próprios, mas seguindo os padrões africanos, é provável que os membros poderosos tivessem escravos próprios.
Mito 16: "A Inglaterra foi contra a escravidão para criar um mercado consumidor"
=> A luta contra a escravidão na Inglaterra partiu de um movimento religioso e popular. Não passava pela cabeça dos homens de negócio ingleses acabar com a escravidão nas colônias britânicas na América.
Qual a importância disso? É que em muitos casos estes mitos conduzem a políticas públicas errôneas, quando não a preconceitos e difamações.
"A nova geração de historiadores formou-se em ambiente menos tenso e polarizado, com maior liberdade de debate e um ambiente intelectual mais produtivo.", diz o professor José Murilo da UFRJ.
Antes tarde do que nunca, espero que diminua os preconceitos oriundos destas mistificações e deturpações da história e sociedade.
"Pesquisadores destroem as mentiras que você aprendeu na escola.", é o que está no arquivo on line da revista. Aí eles foram bem mais incisivos do que no impresso. Vou destacar algumas coisas que achei importante e que tem a ver com que já escrevi:
Mito 1: "A sociedade brasileira se dividia entre senhores e escravos"
=> Havia mais pessoas livres do que se imagina. No século 18, 40% da população era de escravos. No começo do século 19, 25%. E alguns senhores trabalhavam com os negros, já que tinham poucos escravos
Mito 4: "A Inglaterra fez o Brasil destruir o paraguai"
=> Ao contrário do se imagina, a diplomacia britânica tentou evitar o conflito. O país tinha investimentos no Brasil e no Paraguai que ficariam em risco em caso de guerra.
Mito 7: "O Paraguai era uma potência latente"
=>Era o país mais atrasado do Cone Sul. O comércio exterior era 6 vezes menor que o do Uruguai, que tinha a metade da população.
Mito 13: "Os índios do sudeste foram praticamente extintos"
=> Milhares de índios foram dizimados, mas outros preferiam deixar as aldeias e ir para as cidades, assimilando-se à população. Hoje na média 8% do genoma dos brasileiros tem origem indígena.
Mito 15: "Os quilombos lutavam contra a escravidão"
=> Lutavam contra a escravidão deles próprios, mas seguindo os padrões africanos, é provável que os membros poderosos tivessem escravos próprios.
Mito 16: "A Inglaterra foi contra a escravidão para criar um mercado consumidor"
=> A luta contra a escravidão na Inglaterra partiu de um movimento religioso e popular. Não passava pela cabeça dos homens de negócio ingleses acabar com a escravidão nas colônias britânicas na América.
Qual a importância disso? É que em muitos casos estes mitos conduzem a políticas públicas errôneas, quando não a preconceitos e difamações.
ps: o link que havia colocado estava dando acesso negado, por isso retirei-o.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
A voz da Resistência
We shall never surrender! Depois daquela noite em Londres, quando a cidade havia sido bombardeada pelos aviões da Luftwaffe alemã, a Sra. Jones atordoada entre os destroços apenas pensa que é questão de tempo para aquelas bombas atingirem sua casa. A destruição e morte iminentes causam-lhe calafrios. Talvez fosse melhor que a Inglaterra se submetesse logo ao domínio de Hitler para evitar maiores perdas. Ansiosa para saber notícias de como estavam as demais localidades do país, ela liga o rádio.
Escuta então uma voz já familiar, rouca e pausada. Era o primeiro-ministro inglês reproduzindo o seu discurso de horas antes na Câmara dos Comuns: “...e nunca antes no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos.”
A Sra. Jones então ficou sabendo de como os Spitfires e Hurricanes digladiaram com os ME 109 da Luftwaffe pelos céus da Grã-Bretanha, estando em proporção muito diminuta em relação à força aérea alemã, tanto em número de aviões quanto de pilotos. Os que eram abatidos, que dos céus conflituosos caíam em seus pára-quedas, eram por automóveis resgatados e levados para algum aeródromo próximo onde, rapidamente, embarcavam em outros aviões para retornarem aos acirrados combates aéreos.
A inglesa então se emocionou ao lembrar que doara boa parte de suas panelas para a produção de fuselagem das aeronaves, pois o bloqueio alemão dificultava o acesso à importação de metais. Lembrou-se do relato de alguns amigos judeus que contaram como Hitler estava confinando aquele povo em campos de concentração. Quem iria garantir que ele não faria tal coisa na Inglaterra?
A frase da rainha Elizabeth: “Morrerei com o meu povo.”, ao se negar em partir para o Canadá, num exílio de fuga à ameaça nazista, fez a Sra. Jones se convencer de que era melhor resistir à se entregar. A luta pela Liberdade não tinha preço. E foi nesse pensamento que ela buscava motivação nas palavras daquele homem que falava ao rádio: Winston Churchill, a voz da Resistência.
Durante praticamente dois anos a Inglaterra lutou sozinha contra o poderio alemão. Tivesse ela caído, o mundo atual seria muito diferente do que conhecemos hoje. Churchill, já na década de 30, alertava para a ameaça nazista, sem, contudo, conseguir convencer a maior parte de seus patrícios para o futuro turbulento que os aguardava. Mas foi no período de maior necessidade que nele foi depositada a responsabilidade de comandar a Inglaterra no seu maior desafio, e foi através do rádio que ele conseguiu transformar uma nação desmoralizada num povo de resolução inquebrantável.
Hitler teve seu destino traçado quando atacou a ex-URSS, quebrando o pacto de não-agressão nazi-soviético, e abrindo duas frentes de combate. E também quando o Japão atacou Pearl Harbour, fazendo que os EUA até então neutros no conflito, mesmo ante os pedidos de ajuda de Churchill, entrassem na Segunda Guerra Mundial.
Após a entrada dos EUA ao grupo dos Aliados, Churchill mais uma vez demonstrou-se lúcido e profético: “Ganhamos a guerra!”. Contudo, não fosse a resistência do Reino Unido até aquele momento, não há dúvidas de que o desenrolar da História teria sido completamente diferente.
É interessante notar que muitos até hoje, tentam desqualificar um debatedor por sua classe social. Pois bem, durante a Segunda Guerra Mundial, o líder aristocrático era Churchill, ele fazia parte da elite britânica. Já o líder popular era Hitler, eleito Fuhrer pelo Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães. Quem tinha a razão e os ideais mais nobres? O líder aristocrático ou o líder popular?
Churchill, após a guerra anteviu a nova ameaça que estava se formando: o imperialismo soviético. Alertou o então presidente Truman para o novo conflito que se iniciaria e lúcido como sempre, posteriormente declarou: “A Rússia soviética instalou-se no coração da Europa. Este foi um momento fatídico para a Humanidade.” Foi Churchill quem cunhou a expressão “cortina de ferro”, para designar os países que estavam no leste europeu sob o jugo da URSS.
Espantosamente, Churchill perdeu as eleições nacionais subsequentes à Guerra. O rei, logo em seguida, ofereceu-lhe a Ordem da Jarreteira, a mais cobiçada do império britânico. Churchill recusou-a com uma de suas tiradas típicas: "Obrigado, majestade, mas não ficaria bem. O povo acaba de me dar a ordem da botina". Humor sarcástico e espírito democrático.
Winnie (como gostava de ser chamado) ainda viveria mais duas décadas. Voltou a chefiar o gabinete por mais quatro anos (aos 77), ganhou o Nobel de literatura por sua obra História dos Povos de Língua Inglesa. Em 1953, dois anos após ter se elegido novamente primeiro-ministro, aceitou então a Ordem Jarreteira das mãos da jovem rainha Elizabeth II, filha da que ajudou Churchill a elevar a confiança do povo inglês. Winnie agora era um Sir, e a honra era da Inglaterra.
*Excertos de discursos e frases célebres de Winston Churchill:
“...E não creiam que isto seja o fim. É apenas o começo do ajuste de contas. Este é apenas o primeiro gole; a primeira prelibação de uma taça amarga que nos será oferecida ano a ano, a menos que, por uma suprema recuperação da saúde moral e vigor guerreiro, nos reergamos e tomemos posição em defesa da liberdade como nos tempos de outrora.”
“Finalmente eu tinha a autoridade para comandar todo panorama. Sentia-me como se estivesse caminhando com o destino e que toda minha vida passada fora apenas um preparo para esta hora e para esta prova.”
“Eu diria a Câmara o que disse aos que se juntaram a este governo: Nada tenho a oferecer, exceto fadiga, sangue, suor e lágrimas.”
“Iremos até o fim. Lutaremos na França, lutaremos nos mares e oceanos, combateremos com confiança cada vez maior e com crescente poderio nos ares; defenderemos nossa ilha custe o que custar. Combateremos nas praias, combateremos nas pistas de pouso, combateremos nos campos e nas ruas, combateremos nas colinas. Jamais nos renderemos! E mesmo que esta ilha seja subjugada e reduzida à fome, no que não creio um momento sequer, então nosso império de além-mar armado e defendido pela frota britânica, prosseguirá na luta, até que, quando Deus quiser, o Novo Mundo, com toda sua força e seu poderio, se apresente para salvar e libertar o Velho Mundo.”
“A batalha da França está terminada. A batalha da Grã-bretanha está prestes a começar. Dela depende todo nosso modo de vida. Toda fúria e todo vigor do inimigo deverão em pouco tempo ser assestado contra nós. Se fracassarmos, o mundo inteiro cairá no abismo de uma nova era de obscurantismo, tornada ainda mais sinistra, e talvez mais prolongada, pelas luzes de uma ciência pervertida. Portanto, cobremos coragem para cumprir nosso dever e nos comportemos para que, se o Império Britânico e a Comunidade das Nações durarem mil anos, os homens ainda assim possam dizer: Este foi seu momento de glória!”
A banda inglesa Iron Maiden fez uma música chamada Aces High, sobre a batalha da Inglaterra. O vocalista Bruce Dickinson curiosamente é historiador e piloto de avião. No início do clipe há um trecho do famoso discurso de Churchill.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Eu, um leitor da Veja. On-line. - e uma dica de livro também
É comum a tentativa de desqualificação por parte de esquerdiotas ao se depararem com os de opinião contrária à deles. Uma manjada é: "você é leitor da Veja". Dia desses recebi um e-mail que dizia que a revista estava com as vendagens em baixa e por isso atacava o governo. Bom, ela não ataca, ela faz matérias objetivas e não invencionices.
Fiquei muito tempo sem ler a revista. Era assinante na época em que iria prestar o vestibular (meados dos anos 90) com a finalidade de me inteirar de assuntos que poderiam cair na redação. Depois disso bye-bye assinatura.
Na época do referendo do desarmamento me surpreendi com a capa da revista. Ela se posicionou frontalmente contra o desarmamento. Os argumentos eram bons, a matéria excelente. Eu que estava de saco cheio daquele politicamente correto da imprensa (lembrem-se: o politicamente correto é o estupidamente burro) - e no caso do referendo achava mais surreal ainda - considerei aquela capa e posicionamento uma jóia rara na mídia "isentista".
Afinal, drogas não são proibidas? E não há tráfico e consumo de drogas à rodo por aí? A mesma coisa se aplicava ao desarmamento. As armas sairiam das mãos da populaçao e ficariam exclusivamente com os bandidos.
Bom, vou encurtar a história. Hoje percebi que mesmo sem ser assinante da revista, leio em especial os colunistas da revista. Reinaldo Azevedo, Diogo Mainardi e mais recentemente o xará Augusto Nunes que agora está linkado aqui. Um cara que eu gosto muito é o J.R. Guzzo, cujos artigos eu acompanhava na revista EXAME e que agora quinzenalmente escreve na VEJA, pena que seus textos não estão disponibilizados na VEJA on line.
Uma vez um cara na net falou: "Certas VEJAs não se lêem, se estudam."
Já disse uma vez que eu me surpreendi com as coisas que aprendi na net e que jamais foram mencionadas em salas de aula (basicamente: nazismo corruptela de naciona-socialismo; mais de 100 milhões de mortes ocasionadas pelo comunismo; benefícios das privatizações). Isto me levou a fazer este blog, para divulgar certas coisas aos amigos. Só que sou um só e não sou um profissional, não ganho nada pra isso, de forma que esta "missão" é difícil de ser realizada. De forma que a revista, em especial seus colunistas - que são sim referências para mim - me trazem uma certa tranquilidade de saber que boas informações estão sendo fornecidas para quem tiver interesse.
E falando nisso foi lançado ano passado o Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil de Leandro Narloch. Ele desmonta certas verdades falsificadas papagueadas em salas de aula. Há muitas passagens engraçadas também. Neste link você confere um pequeno trecho do livro:
http://200.233.221.140/cap/9788562936067.pdf
Fiquei muito tempo sem ler a revista. Era assinante na época em que iria prestar o vestibular (meados dos anos 90) com a finalidade de me inteirar de assuntos que poderiam cair na redação. Depois disso bye-bye assinatura.
Na época do referendo do desarmamento me surpreendi com a capa da revista. Ela se posicionou frontalmente contra o desarmamento. Os argumentos eram bons, a matéria excelente. Eu que estava de saco cheio daquele politicamente correto da imprensa (lembrem-se: o politicamente correto é o estupidamente burro) - e no caso do referendo achava mais surreal ainda - considerei aquela capa e posicionamento uma jóia rara na mídia "isentista".
Afinal, drogas não são proibidas? E não há tráfico e consumo de drogas à rodo por aí? A mesma coisa se aplicava ao desarmamento. As armas sairiam das mãos da populaçao e ficariam exclusivamente com os bandidos.
Bom, vou encurtar a história. Hoje percebi que mesmo sem ser assinante da revista, leio em especial os colunistas da revista. Reinaldo Azevedo, Diogo Mainardi e mais recentemente o xará Augusto Nunes que agora está linkado aqui. Um cara que eu gosto muito é o J.R. Guzzo, cujos artigos eu acompanhava na revista EXAME e que agora quinzenalmente escreve na VEJA, pena que seus textos não estão disponibilizados na VEJA on line.
Uma vez um cara na net falou: "Certas VEJAs não se lêem, se estudam."
Já disse uma vez que eu me surpreendi com as coisas que aprendi na net e que jamais foram mencionadas em salas de aula (basicamente: nazismo corruptela de naciona-socialismo; mais de 100 milhões de mortes ocasionadas pelo comunismo; benefícios das privatizações). Isto me levou a fazer este blog, para divulgar certas coisas aos amigos. Só que sou um só e não sou um profissional, não ganho nada pra isso, de forma que esta "missão" é difícil de ser realizada. De forma que a revista, em especial seus colunistas - que são sim referências para mim - me trazem uma certa tranquilidade de saber que boas informações estão sendo fornecidas para quem tiver interesse.
E falando nisso foi lançado ano passado o Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil de Leandro Narloch. Ele desmonta certas verdades falsificadas papagueadas em salas de aula. Há muitas passagens engraçadas também. Neste link você confere um pequeno trecho do livro:
http://200.233.221.140/cap/9788562936067.pdf
domingo, 11 de janeiro de 2009
Conflito Israel/Palestina
Eu nunca gostei de fazenda com nome de Canaã. Todos sabem que Canaã é a tal terra que Deus prometeu a Abraão, onde os hebreus (judeus) viveriam bem, num lugar de leite e mel, etc, etc.
Olhando a História percebemos que os judeus estão quebrando o pau até hoje por essa tal terra prometida.
É pena que os judeus que fundaram Israel na década de 40 já tenham investido tanto naquele pedaço de deserto. Eu proporia para eles comprarem o semi-árido nordestino e algum litoral brasileiro. O Adolfo Sachsida uma vez sugeriu o Piauí. Seria ótimo. Teríamos um país invejável como vizinho e poderíamos usufruir muito bem disso. Sem contar que daria uma diminuída na coronelança nordestina.
Aliás, eu não sei pra que tantos estados lá no Nordeste. Poderiam dar uma anexada em alguns. O poder político da bancada nordestina no senado é desproporcional e atrasa o país.
Minha opinião sobre o conflito na faixa de Gaza é o que está no blog do Reinaldo Azevedo, do Rodrigo Constantino, da Nariz Gelado, do Gustavo Bezerra, do Fernando Sampaio, e por aí vai. Não preciso repetir o que os outros já disseram.
Lembrei-me de um som do Clash. Estão lá juntos um árabe e um judeu unidos para irem ao show da banda.
O clipe original está nesse link: http://www.youtube.com/watch?v=OAkfHShATKY
Não consegui colocar aquela telinha aqui. O que vai abaixo é uma versão ao vivo com o ex-vocalista do Clash.
Olhando a História percebemos que os judeus estão quebrando o pau até hoje por essa tal terra prometida.
É pena que os judeus que fundaram Israel na década de 40 já tenham investido tanto naquele pedaço de deserto. Eu proporia para eles comprarem o semi-árido nordestino e algum litoral brasileiro. O Adolfo Sachsida uma vez sugeriu o Piauí. Seria ótimo. Teríamos um país invejável como vizinho e poderíamos usufruir muito bem disso. Sem contar que daria uma diminuída na coronelança nordestina.
Aliás, eu não sei pra que tantos estados lá no Nordeste. Poderiam dar uma anexada em alguns. O poder político da bancada nordestina no senado é desproporcional e atrasa o país.
Minha opinião sobre o conflito na faixa de Gaza é o que está no blog do Reinaldo Azevedo, do Rodrigo Constantino, da Nariz Gelado, do Gustavo Bezerra, do Fernando Sampaio, e por aí vai. Não preciso repetir o que os outros já disseram.
Lembrei-me de um som do Clash. Estão lá juntos um árabe e um judeu unidos para irem ao show da banda.
O clipe original está nesse link: http://www.youtube.com/watch?v=OAkfHShATKY
Não consegui colocar aquela telinha aqui. O que vai abaixo é uma versão ao vivo com o ex-vocalista do Clash.
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