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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Os 60 anos do eterno adolescente


Magricelo, alto, quase sem barba, cabelos longos e lavados somente com xampu, sem o mesmo cuidado de outros roqueiros do mainstream. Não era só pelo corpo que Joey lembrava alguém que estava na puberdade – tudo bem que nem todo adolescente é assim.

As primeiras músicas que os Ramones fizeram sempre traziam no título a frase “I don’t wanna...”, refletindo um inconformismo juvenil frente ao mundo diante de si. Anos depois este mesmo sentimento aflorou quando Joey cantava: “I believe in miracles, I believe in a better world for me and you”.

Simpatizante do partido democrata, Joey mantinha a preocupação com causas sociais, também típico da fase em que se pensa que se pode mudar o mundo. Com sua música simples e sincera, Joey fez sua parte.

O álbum intitulado “Don’t worry about me” foi como um réquiem de Joey Ramone, e um aviso aos fãs de que ele ficaria bem independentemente do que acontecesse. A versão da música “What a wonderful world” soou, para quem sabia da luta de Joey contra o câncer, como uma despedida ao mesmo tempo alegre, tranquila e triste.

We miss you Joey. Hey, ho, let’s GO!


Abaixo, homenagens de amigos brasileiros e americanos:




domingo, 8 de maio de 2011

O rap do momento

Obama said: Osama is dead!
Obama said: Osama is dead!
Obama said: Osama is dead!


Enquanto ele não lança o clipe do rap, assistam-no cantando uma versão da música Replay do Iyaz (by Gregory Brothers).


domingo, 10 de abril de 2011

O quê? Não tocaram Puteiro em João Pessoa?

A saída do vocalista Rodolfo foi fatal para banda. Mas o cara tava com o pé muito enfiado na jaca. Uma pena. Quem viu Raimundos nos bons tempos viu, quem não viu...assiste os clipes.

Agradecimentos ao amigo Fabrício que me dedicou esta música no dia do meu aniversário, hoje! (...um muito justo era o Augusto, o safado era o Bersange...)

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Eh amanha!

Alguns vao ver os Raimundos. Eu vou ver os Impossiveis. Nao ha quase nenhum material deles na internet. Tambem quem mandou fazer punk rock em Campo Grande? Isso nao dah ibope. Abaixo vai a adolescente Deitar e rolar.

Quem conhece sabe que tem muito mais. Desde letras refinadas como Mostarda (Quem derramou mostarda na minha camisa branca?/Quem derramou mostarda na minha camisa branca?/Agora ela tah amarela/ Agora ela tah amarela/Agora ela nao eh mais branca) ateh refroes serios como:
Eu sou o zumbi da avenida calogeras/ E eu vou pegar voce!
; ou romanticas como:
Porque eu sou
/ o psicopata do amor.

Diversao garantida.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

A voz da Resistência

We shall never surrender!







Depois daquela noite em Londres, quando a cidade havia sido bombardeada pelos aviões da Luftwaffe alemã, a Sra. Jones atordoada entre os destroços apenas pensa que é questão de tempo para aquelas bombas atingirem sua casa. A destruição e morte iminentes causam-lhe calafrios. Talvez fosse melhor que a Inglaterra se submetesse logo ao domínio de Hitler para evitar maiores perdas. Ansiosa para saber notícias de como estavam as demais localidades do país, ela liga o rádio.

Escuta então uma voz já familiar, rouca e pausada. Era o primeiro-ministro inglês reproduzindo o seu discurso de horas antes na Câmara dos Comuns: “...e nunca antes no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos.”

A Sra. Jones então ficou sabendo de como os Spitfires e Hurricanes digladiaram com os ME 109 da Luftwaffe pelos céus da Grã-Bretanha, estando em proporção muito diminuta em relação à força aérea alemã, tanto em número de aviões quanto de pilotos. Os que eram abatidos, que dos céus conflituosos caíam em seus pára-quedas, eram por automóveis resgatados e levados para algum aeródromo próximo onde, rapidamente, embarcavam em outros aviões para retornarem aos acirrados combates aéreos.

A inglesa então se emocionou ao lembrar que doara boa parte de suas panelas para a produção de fuselagem das aeronaves, pois o bloqueio alemão dificultava o acesso à importação de metais. Lembrou-se do relato de alguns amigos judeus que contaram como Hitler estava confinando aquele povo em campos de concentração. Quem iria garantir que ele não faria tal coisa na Inglaterra?

A frase da rainha Elizabeth: “Morrerei com o meu povo.”, ao se negar em partir para o Canadá, num exílio de fuga à ameaça nazista, fez a Sra. Jones se convencer de que era melhor resistir à se entregar. A luta pela Liberdade não tinha preço. E foi nesse pensamento que ela buscava motivação nas palavras daquele homem que falava ao rádio: Winston Churchill, a voz da Resistência.

Durante praticamente dois anos a Inglaterra lutou sozinha contra o poderio alemão. Tivesse ela caído, o mundo atual seria muito diferente do que conhecemos hoje. Churchill, já na década de 30, alertava para a ameaça nazista, sem, contudo, conseguir convencer a maior parte de seus patrícios para o futuro turbulento que os aguardava. Mas foi no período de maior necessidade que nele foi depositada a responsabilidade de comandar a Inglaterra no seu maior desafio, e foi através do rádio que ele conseguiu transformar uma nação desmoralizada num povo de resolução inquebrantável.

Hitler teve seu destino traçado quando atacou a ex-URSS, quebrando o pacto de não-agressão nazi-soviético, e abrindo duas frentes de combate. E também quando o Japão atacou Pearl Harbour, fazendo que os EUA até então neutros no conflito, mesmo ante os pedidos de ajuda de Churchill, entrassem na Segunda Guerra Mundial.

Após a entrada dos EUA ao grupo dos Aliados, Churchill mais uma vez demonstrou-se lúcido e profético: “Ganhamos a guerra!”. Contudo, não fosse a resistência do Reino Unido até aquele momento, não há dúvidas de que o desenrolar da História teria sido completamente diferente.


É interessante notar que muitos até hoje, tentam desqualificar um debatedor por sua classe social. Pois bem, durante a Segunda Guerra Mundial, o líder aristocrático era Churchill, ele fazia parte da elite britânica. Já o líder popular era Hitler, eleito Fuhrer pelo Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães. Quem tinha a razão e os ideais mais nobres? O líder aristocrático ou o líder popular?

Churchill, após a guerra anteviu a nova ameaça que estava se formando: o imperialismo soviético. Alertou o então presidente Truman para o novo conflito que se iniciaria e lúcido como sempre, posteriormente declarou: “A Rússia soviética instalou-se no coração da Europa. Este foi um momento fatídico para a Humanidade.” Foi Churchill quem cunhou a expressão “cortina de ferro”, para designar os países que estavam no leste europeu sob o jugo da URSS.

Espantosamente, Churchill perdeu as eleições nacionais subsequentes à Guerra. O rei, logo em seguida, ofereceu-lhe a Ordem da Jarreteira, a mais cobiçada do império britânico. Churchill recusou-a com uma de suas tiradas típicas: "Obrigado, majestade, mas não ficaria bem. O povo acaba de me dar a ordem da botina". Humor sarcástico e espírito democrático.

Winnie (como gostava de ser chamado) ainda viveria mais duas décadas. Voltou a chefiar o gabinete por mais quatro anos (aos 77), ganhou o Nobel de literatura por sua obra História dos Povos de Língua Inglesa. Em 1953, dois anos após ter se elegido novamente primeiro-ministro, aceitou então a Ordem Jarreteira das mãos da jovem rainha Elizabeth II, filha da que ajudou Churchill a elevar a confiança do povo inglês. Winnie agora era um Sir, e a honra era da Inglaterra.



*Excertos de discursos e frases célebres de Winston Churchill:

“...E não creiam que isto seja o fim. É apenas o começo do ajuste de contas. Este é apenas o primeiro gole; a primeira prelibação de uma taça amarga que nos será oferecida ano a ano, a menos que, por uma suprema recuperação da saúde moral e vigor guerreiro, nos reergamos e tomemos posição em defesa da liberdade como nos tempos de outrora.”

“Finalmente eu tinha a autoridade para comandar todo panorama. Sentia-me como se estivesse caminhando com o destino e que toda minha vida passada fora apenas um preparo para esta hora e para esta prova.”

“Eu diria a Câmara o que disse aos que se juntaram a este governo: Nada tenho a oferecer, exceto fadiga, sangue, suor e lágrimas.”

“Iremos até o fim. Lutaremos na França, lutaremos nos mares e oceanos, combateremos com confiança cada vez maior e com crescente poderio nos ares; defenderemos nossa ilha custe o que custar. Combateremos nas praias, combateremos nas pistas de pouso, combateremos nos campos e nas ruas, combateremos nas colinas. Jamais nos renderemos! E mesmo que esta ilha seja subjugada e reduzida à fome, no que não creio um momento sequer, então nosso império de além-mar armado e defendido pela frota britânica, prosseguirá na luta, até que, quando Deus quiser, o Novo Mundo, com toda sua força e seu poderio, se apresente para salvar e libertar o Velho Mundo.”

“A batalha da França está terminada. A batalha da Grã-bretanha está prestes a começar. Dela depende todo nosso modo de vida. Toda fúria e todo vigor do inimigo deverão em pouco tempo ser assestado contra nós. Se fracassarmos, o mundo inteiro cairá no abismo de uma nova era de obscurantismo, tornada ainda mais sinistra, e talvez mais prolongada, pelas luzes de uma ciência pervertida. Portanto, cobremos coragem para cumprir nosso dever e nos comportemos para que, se o Império Britânico e a Comunidade das Nações durarem mil anos, os homens ainda assim possam dizer: Este foi seu momento de glória!”






A banda inglesa Iron Maiden fez uma música chamada Aces High, sobre a batalha da Inglaterra. O vocalista Bruce Dickinson curiosamente é historiador e piloto de avião. No início do clipe há um trecho do famoso discurso de Churchill.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

É neste final de semana!

Bon Odori, a festa junina japonesa.

Tá um frio aqui nos Campos Grandes, mas eu vou conferir as dancinhas típicas dos japas. Não pode faltar a hit parade: "Gohan, gohan, gohan. Hei!Hei!". E tudo mundo bate palmas, êêê.

Nos intervalos rola a pop Japan. Coloquei abaixo um vídeo da Aikawa Nanase. Ela não parece com a Pitty? Ou a Pitty é que parece com ela?

Fica a dica pra que está em Campão ou nas proximidades: Bon Odori, sexta, sábado e domingo,no clube Cruzeiro, saída para Três Lagoas.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Das voltas e de tantas voltas

Desculpe se vou fazer este post antes de comentar sobre o documentário A História Soviética que postei abaixo. Um pouco é preguiça mesmo, afinal, de uma forma ou de outra, já dediquei muitas páginas ao assunto.

Prometo fazer uma análise melhor, mas resumindo é o seguinte: os comunistas foram um bando de filhos da puta e suas idéias ainda rondam por aí, mesmo que de maneira dissimulada. Não se trata de macartismo da minha parte, mas apenas de observação mesmo.

Agora das voltas: eu voltei, o blog do Fabrício voltou e o assunto do post, o Faith No More voltou! De quebra também vou falar um pouco do Engenheiros do Hawaí.

Para quem não sabe quem é o Faith no More, trata-se de uma banda dos anos 80 e 90, que fizeram sucesso mesmo no início dos anos 90. Fizeram muito sucesso, depois parece que quiseram mudar a fórmula da música, chocar um pouco a crítica e os fãs talvez para fugirem de rótulos e no fim viraram uma merda.

Nos anos 80 o vocalista era o Chuck Moseley (acho que é assim que se escreve), mas a banda fez sucesso mesmo quando entrou o vocalista Mike Patton. Classificaram o som como funk-metal, pelo baixo funkeado, as guitarras pesadas e pelos vocais que também por vezes pareciam um rap (We care a lot e outras músicas).

O Red Hot Chilli Peppers e o (extinto) Living Colour também eram chamados de funk-metal na época.

O disco The Real Thing foi um dos que eu mais escutei na vida e o Ao vivo at the Brixton Academy também é ótimo.

Lembro que o The Real Thing provocou quase uma catarse em alguns críticos. Tinha um cara da revista Bizz, que depois virou Showbizz e que depois fechou, se não me engano chamava André Forastieri que classificou assim o disco: "O som dos anos 90!, o futuro do rock!, etc". Pior que era bom mesmo

Acontece que como eu disse parece que a banda quis fugir de rótulos, mudar o som e fizeram isso no Angel Dust , que pra mim foi uma merda, o teclado que agia bem antes, ficou mais progressivo, uma coisa esquisita. Até o Mike Patton que era cabeludão cortou o cabelo curto, mudou o visu e também o comportamento no palco, de louco hiperativo ficou mais contido e por vezes meio soturno.

Alguns trabalhos precisam de tempo para serem digeridos e compreendidos, são chamados de mais "difíceis"; outros são ruins mesmo, acho que o Angel Dust cabe no último.

Depois fizeram um melhor King for a day, Fool for a lyfetime, título que parece é uma auto-confissão sarcástica da banda , que pode ser traduzida assim: "Rei por um dia, idiota pelo restante da vida"

O disco não era ruim, tinha uma pitada um pouco mais hardcore, mas nada que pudesse emplacar como The Real Thing.

Os caras mudaram o som e não virou nada. A banda acabou. Mas voltaram recentemente! Assisti no youtube, só que pra minha decepção eles não se reinventaram e nem optaram pela melhor fase, mas sim por uma mescla de Angel Dust e The King for a day, acho que mais para o primeiro, o pior ou mais "difícil" álbum deles.

No vídeo que eu postei abaixo, o Mike Patton canta um trecho da música Poker face da Lady Gaga, uma dance music. Ele já fazia isto antes, em Live at the Brixton Academy ele cantava uma parte da música Pump the Jam, um clássico dance do Technotronic.

Lembro que até apelidaram o estilo dance de "poperô" referindo-se à música do Technotronic.

Essa mescla de sons que fazia os críticos elogiarem a banda, como eclética, uma fusão de sons, etc. E a galera em geral gostava também.

Acontece que neste vídeo que eu vi, que me lembra duma fase melhor do Faith no More foi só isso mesmo. No mais o som tá um pastiche progressivo, uma coisa que eu nem sei o que é e que nem me animo de escutar muito. É uma pena, acho que eles tiveram medo do sucesso ou não quiseram fazer algo que pudesse ser comercial demais, uma bobagem pois não era, sei lá, sei que pra mim tá uma titica.

Abaixo uma música da fase boa do FNM (o som tá baixo, mas garanto que o original é bom) e depois uma atual que vi no youtube.

ps: Não achei a que eu tinha assistido na outra semana, aí entendi que eles tocam em seguida a Poker Face uma música (Chinese arithmetic, que nem é das piores) que é da fase ruim. Esperança! Será que me precipitei? Talvez as músicas inéditas sejam melhores!






Agora o Engenheiros.

Pow, eles fizeram dos melhores discos e músicas dos anos 80 e começo dos 90. Os três primeiros álbuns eram uma trilogia. A revolta dos dândis 1 e 2, eram músicas simples e profundas ao mesmo tempo, duca mesmo. Alívio imediato, um ao vivo ótimo e O papa é pop um bom disco conceitual, mas já indo mais pra um lado progressivóide, acho que o Gessinger curte Genesis, Phil Collins, estas coisas.

Bom, como sempre a coisa deu uma desandada depois. Os caras do eixo Rio-São Paulo têm birra com o Humberto Gessinger, chamavam ele de paquita e tal. A verdade é que o Gessinger é muito bom mas tem uma característica de muitos gaúchos: se acham demais. A convivência com o Gessinger é difícil e os integrantes originais saíram da banda e depois muitos outros entraram e saíram.

Para mim o Engenheiros deveriam se chamar atualmente de Gessinger band.

Alguns hits esporádicos e finalmente um acústico MTV anos atrás. Estes acústicos foram responsáveis pela ressurreição ou um "re-sucesso" de bandas como Capital Inicial, IRA! e mesmo dos Titãs que encheram o rabo de dinheiro com o acústico MTV e depois quiseram fazer o mesmo com um álbum subsequente de covers, mas que não emplacou.

Por algum motivo o acústico do Engenheiros não os relançou fortemente na cena, pelo menos não que eu tenha percebido. E o acústico é muito bom, teve até a participação do ex-batéra cantando com o Gessinger uma música muito bacana, o refrão é "...aqueles que virão/ depois de nós.."

Bom mas a que postei abaixo é uma com a filha dele, a Clara Gessinger. Fala sério, a garota é uma princesa e tem uma voz doce demais. O Gessinger está perdoado por todos os defeitos dele só por ter ajudado colocar esta menina no mundo.

Por algum mistério, o ao vivo não emplacou e a Clara Gessinger não apareceu em outros eventos. É uma pena, aquela tal de Malu Magalhães me deu enjoos, eu sou muito mais a funkeira pop Perla. Mas a Clara, pra mim, poderia ser a melhor.

Paciência. Assistam e ouçam esta música super-bacana. Lá, lá, lá , lá , LÁ!

domingo, 11 de janeiro de 2009

Conflito Israel/Palestina

Eu nunca gostei de fazenda com nome de Canaã. Todos sabem que Canaã é a tal terra que Deus prometeu a Abraão, onde os hebreus (judeus) viveriam bem, num lugar de leite e mel, etc, etc.

Olhando a História percebemos que os judeus estão quebrando o pau até hoje por essa tal terra prometida.

É pena que os judeus que fundaram Israel na década de 40 já tenham investido tanto naquele pedaço de deserto. Eu proporia para eles comprarem o semi-árido nordestino e algum litoral brasileiro. O Adolfo Sachsida uma vez sugeriu o Piauí. Seria ótimo. Teríamos um país invejável como vizinho e poderíamos usufruir muito bem disso. Sem contar que daria uma diminuída na coronelança nordestina.

Aliás, eu não sei pra que tantos estados lá no Nordeste. Poderiam dar uma anexada em alguns. O poder político da bancada nordestina no senado é desproporcional e atrasa o país.

Minha opinião sobre o conflito na faixa de Gaza é o que está no blog do Reinaldo Azevedo, do Rodrigo Constantino, da Nariz Gelado, do Gustavo Bezerra, do Fernando Sampaio, e por aí vai. Não preciso repetir o que os outros já disseram.

Lembrei-me de um som do Clash. Estão lá juntos um árabe e um judeu unidos para irem ao show da banda.

O clipe original está nesse link:
http://www.youtube.com/watch?v=OAkfHShATKY

Não consegui colocar aquela telinha aqui. O que vai abaixo é uma versão ao vivo com o ex-vocalista do Clash.

domingo, 30 de novembro de 2008

Ôôôô paixããooo!!!!!!!!




Ondas internéticas chegam ao meu cérebro mandando a seguinte mensagem da cabeça de alguns navegantes: "Uhmm, quer dizer que o dr. veterinário campograndense só coloca músicas Pop internacionais. É bem estrangeirista mesmo."

Então pra vocês vai essa aí. A Maria Cecília é uma graça, a música é muito boa, não é o chororô cornista que abunda no sertanejo meloso. Aliás nem sei como estão classificando este tipo de som, se é sertanejo universitário, um pouco mais pop, sei lá, mas a música é muito boa.

Tem uma outra chamada "Coisas esotéricas" (e não "exotéricas" como andei lendo no youtube) que também é muito boa.

Vocês aí de fora do MS, peçam na rádio Maria Cecília e Rodolfo, "Você de volta" ou "Coisas esotéricas" ou as duas juntas.

"...Tudo que eu quero é você de volta/ tô te esperando vem bater na minha porta/ eu amo você, eu só sei te querer/ minha vida tem sentido se tiver você..."